Seleção de Alunos Bolsistas Para o Projeto Institucional do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID - do IFSP

INSCRIÇÕES: 23 a 28 de maio de 2019. Local:

Sala da coordenação:

segunda das 16h às 17h e das 21h às 22h;

terça das 19h às 21h;

quarta das 19h às 21:45;

quinta das 17:15 às 18h e das 19h às 20:15;

e sexta com a professora Flávia no período noturno

Edital no link abaixo:

EDITAL PIBID


 

Seleção de Alunos Bolsistas Para o Projeto Institucional do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID - do IFSP

INSCRIÇÕES: 13 e 21 de fevereiro de 2019. Local:

Sala da coordenação:

segunda das 16h às 17h e das 21h às 22h;

terça das 19h às 21h;

quarta das 19h às 21:45;

quinta das 17:15 às 18h e das 19h às 20:15;

e sexta com a professora Flávia no período noturno

 

Edital no link abaixo:

https://drive.google.com/file/d/1KfhY22_j5dawGTF2N4KRTWWmFSF3EUC7/view?usp=sharing

 

Anexos Editáveis no link abaixo:

https://drive.google.com/file/d/1xWf5q5Y2FdXO7P0QKUdH_49LHxv2IQyc/view?usp=sharing

 

 

Nos dias 7 e 8 de maio no período noturno (das 19:00 às 22:35) o curso de Licenciatura em Matemática do IFSP-HTO irá promover a II Semana da Educação Matemática. Serão duas palestras na terça-feira dia 7 e duas na quarta-feira dia 8, totalizando quatro palestras. Abaixo segue a programação detalhada do evento e as inscrições.

 

INSCRIÇÕES (clique no link abaixo):

https://is.gd/tRNX1e

 

PROGRAMAÇÃO:

(clique aqui para versão em pdf)

 

Dia 07 de maio de 2019 – terça-feira (Das 19:00 às 20:55)

 

Palestra “Fantástico Mundo Matemático: A matemática como guia para uma vida rebelde e criativa.”

Resumo: O que é matemática? O que é fazer matemática? Como viver a matemática? A matemática é para quem? Responder essas perguntas não é tarefa fácil, mas nós Prof. Régis Varão (Unicamp) e o Joaquim (neto da Dona Sônia), estamos respondendo essas perguntas e muitas outras com o desenvolvimento de um projeto de divulgação científica intitulado Fantástico Mundo Matemático. O que fazemos é apresentar coisas legais de matemática em um clima totalmente agradável. Uma coisa muito legal da matemática é que a melhor forma de aprendê-la é sendo rebelde e criativo. E por isso nós vamos falar também de rebeldia e criatividade nessa palestra.

Conheçam o Joaquim:

www.facebook.com/FantasticoMundoMatematico

www.instagram.com/FantasticoMundoMatematico

 

Palestrante: José Régis Azevedo Varão Filho

 

Professor Doutor do IMECC-UNICAMP. Graduado em Matemática pela Unicamp, Mestre e Doutor pelo IMPA. Pós-doutor pelo ICMC-USP e pela Universidade de Chicago. Sua área de pesquisa concentra-se em Sistemas Dinâmicos e Teoria Ergódica (Texto extraído do Currículo Lattes em Abril de 2019)

 

Dia 07 de maio de 2019 – terça-feira (Das 20:55 às 22:35)

 

Palestra: A matemática e as desigualdades sociais-raciais.

 

Resumo: A matemática é uma disciplina fundamental para compreender e propor soluções que tratem de forma cotidiana o enfrentamento do racismo e das desigualdades sociais no currículo escolar. Ao dialogar  sobre as inúmeras perspectivas que podem ser assumidas pelo(a) professor(a) de matemática ao longo de uma vida profissional, podem ser construídas inúmeras metodologias de trabalho, com qualificada problematização e análise de dados. Esta palestra busca visibilizar possibilidades práticas sobre o ensino de matemática, o trabalho com as africanidades, conforme a lei 10639-03 e a busca por possibilidades que favoreçam a resolução do problema das desigualdades sociais-raciais. 

 

Palestrante: Wilson Queiroz

 

Doutorando em Educação pelo GEPEC - Grupo de Pesquisa em Educação Continuada, UNICAMP 2018, possui graduação em Ciências/Matemática pela Universidade São Francisco (1994); Especialização em Matemática para Professores de Ensino Fundamental e Médio pela Unicamp(2000); professor efetivo III de matemática das redes municipal na cidade de Campinas. Participou como Educador Étnico, do Programa MIPID - Memória e Identidade: Promoção da Igualdade na Diversidade da Secretaria Municipal de Educação (2003 a 2007) para implementação da lei 10639/03, atuando com professores, gestores e alunos. Desenvolve pesquisa e projetos de estudos sobre História da África e pedagogia étnico-racial e ensino de matemática. Poeta escritor de cordéis. Editor do INFORMAFRICATIVO, na EMEF Oziel Alves Pereira, publicação que trata da temática das Africanidades na educação, membro do CONEPPA - Coletivo Negro com Práticas Pedagógicas em Africanidades. (Texto extraído do Currículo Lattes em Abril de 2019)

 

Dia 08 de maio de 2019 – quarta-feira (Das 19:00 às 20:40)

 

Palestra: Práticas Culturais (Re)Construídas Quando Aulas de Matemática São Mediadas pela Internet em um Ambiente Híbrido

 

Resumo: A internet tem sido uma fonte crescente de recursos que podem ser utilizados para o ensino. Pesquisas têm mostrado a contribuição de softwares, vídeos, dentre outros materiais online para o ensino e aprendizagem da Matemática, entretanto é comum perceber que as potencialidades da internet têm sido pouco aproveitadas nas aulas de Matemática. Nesse sentido, a sala de aula caracterizada por sua complexidade, mesmo quando faz uso de recursos da internet mantém práticas de ensino e aprendizagem que expressam culturas socialmente produzidas quando a internet ainda não se fazia presente. Nessa direção, contei com os pressupostos da investigação qualitativa e de um trabalho colaborativo entre mim e as professoras de duas turmas do primeiro ano de escolas públicas estaduais do estado de São Paulo, sendo uma na cidade de Vinhedo e outra na cidade de Nova Odessa: Escola Técnica Estadual (ETEC), para buscar compreender práticas culturais de ensinar e aprender (re)constituídas nas aulas de Matemática mediadas pela internet em um ambiente híbrido. Considerei as características do ambiente híbrido para a condução das aulas cujo estudo sobre o conceito de Função foi o foco em ambas as escolas. Adotei as análises narrativas para expressar a produção do meu conhecimento sobre os dados constituídos nas duas salas de aulas, as quais são vistas nessa pesquisa como comunidades de prática que são sistemas complexos. Assim, meu olhar para os dados foi a partir da Ciência da Complexidade. Os resultados elucidam que as ações docentes são facilitadas pelas potencialidades do ambiente híbrido para atender as necessidades emergentes nas salas de aulas, entretanto nota-se que os modelos blended learning sugeridos para a abordagem pedagógica em um ambiente híbrido não atendem tais necessidades por si só, mas sim a fusão dos elementos de tais modelos, uma vez que a adaptação da sala de aula ocorre a partir de fenômenos emergentes e que se auto-organizam, ou seja, complexos. Com a mediação da internet houve indícios de (re)constituição de práticas docentes de planejar e avaliar, uma vez que as professoras aprendiam enquanto membros dos coletivos de aprendizagem que se formavam a partir das discussões emergentes no Facebook. Por consequência, revisitavam os planejamentos e repensavam suas avaliações. Também houve indícios de (re)constituição nas práticas de estudos dos alunos, uma vez que os estudos sobre o conceito de Função ocorreram sob uma perspectiva mais investigativa em decorrência das potencialidades da internet e os estudantes tiveram mais liberdade em seus processos de aprendizagem com a presença da internet. O trabalho colaborativo contribuiu para que as ações da pesquisa atendessem as emergências das salas de aula. Espero que a pesquisa fomente questionamentos e ações educacionais que consideram a complexidade da sala de aula diante dos impactos culturais que nossa sociedade tem vivenciado devido ao avanço da internet

 

Palestrante: Ana Paula Rodrigues Magalhaes de Barros

 

É docente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Campus Hortolândia. Doutora em Educação Matemática pelo Programa de Pós Graduação em Educação Matemática da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP/ Rio Claro). Mestre em Ensino de Ciências e Matemática pelo Programa de Pós Graduação Multiunidades em Ensino de Ciências e Matemática (PECIM) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Possui graduação em Licenciatura em Matemática pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP/ Presidente Prudente). Lecionou em Instituições de ensino superior e possui ampla experiência docente na Educação Básica. É participante do Grupo de Pesquisa em Informática, Outras Mídias e Educação Matemática (GPIMEM) e do Grupo de pesquisa de tecnologias digitais e Educação Matemática (PECIMAT). Participa também do Grupo de Sábado (GdS), que é um grupo colaborativo onde professores e acadêmicos compartilham e investigam práticas da sala de aula.Tem experiência na área de Matemática, com ênfase em Educação Matemática, atuando principalmente nos seguintes temas: tecnologias digitais para o ensino e aprendizagem de Matemática, metodologias de ensino com uso de tecnologias, sala de aula, formação de professores, construcionismo e Ciência da Complexidade. (Texto extraído do Currículo Lattes em Abril de 2019).

 

Dia 08 de maio de 2019 – quarta-feira (Das 20:55 às 22:35)

 

Palestra: Estrelas, uma breve introdução

Resumo: Estrelas são fascinantes objetos que o homem observa há milênios, a visão que temos desde sempre sobre elas é de pontos luminosos no céu durante as noites escuras. Estrelas têm um papel determinante da existência de vida na Terra, bem como na produção/difusão de elementos químicos acima He. Nesta palestra, para fins didáticos, exploraremos um pouco do conhecimento que existe a respeito dessa “fauna" tão bela e diversificada que que podemos contemplar numa noite de céu limpo e escuro. Falaremos sobre como elas nascem, vivem e “morrem”.

 

Palestrante: Prof. Dr. Rodolfo Valentim

Departamento de Física

Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas

Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP/Diadema

 

Possui graduação em bacharelado em física pela Universidade Estadual de Campinas (2002), mestrado em ciências pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (2007) e doutorado em Doutorado em Ciências pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosfércias (2012). No período de 2014-2015 foi Professor Assistente Doutor da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Atualmente Professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) no Campus Diadema. Tem experiência de pesquisa nos seguintes temas: Estrelas de Nêutrons, Supernovas, neutrinos de Supernovas, Cosmologia e Estatística Bayesiana. O pesquisador possui grande experiência em Ensino de Física, Matemática e Estatística pois, ministrou aulas nos níveis médio, técnico e superior. (Texto extraído do Currículo Lattes em Abril de 2019)

O TCC constitui-se numa atividade curricular obrigatória, de natureza científica, em campo de conhecimento que mantenha correlação direta com o curso. Deve representar a integração e a síntese dos conhecimentos adquiridos, expressando domínio do assunto escolhido.

Assim, os objetivos do TCC são:

  • consolidar os conhecimentos construídos ao longo do curso em um trabalho de pesquisa ou projeto;
  •  possibilitar, ao estudante, o aprofundamento e articulação entre teoria e prática;
  • desenvolver a capacidade de síntese das vivências do aprendizado.

Dentre as atividades que podem ser contempladas no TCC, estão:

  • elaboração de projetos, voltados para a Educação Básica, envolvendo o estudo do conteúdo, aspectos históricos e uso de recursos tecnológicos;
  • levantamento e análise de livros didáticos sob uma perspectiva crítica e teórica;
  • análise do planejamento das atividades didáticas observadas em sala de aula e discutidas com os professores das escolas visitadas durante o estágio supervisionado e outras que propiciem a articulação entre teoria e prática;
  • construção de materiais didáticos e paradidáticos;
  • avaliação de softwares e propostas governamentais para a área de Informática Educativa;
  • análise crítica de vídeos e sua utilização em sala de aula e de projetos desenvolvidos pela Secretaria Estadual de Educação, MEC e outras Instituições;
  • trabalho de pesquisa com a finalidade de aprofundamento em algum assunto estudado no curso, ou outro que seja de interesse comum do aluno e de algum membro do corpo docente.

O TCC deve ser concluído até o último semestre do curso. O trabalho pode ser realizado em conjunto com dois professores, um orientador (obrigatório) e um coorientador (opcional), sendo que um deles pode ser externo ao curso. A conclusão do trabalho é feita pela entrega e apresentação de um artigo ou monografia, podendo ser individual ou em grupos de até quatro alunos. Essa apresentação, ou defesa, será diante de uma banca composta por três professores, escolhida pelo professor orientador. O aluno é avaliado como aprovado ou reprovado e só conclui o curso com a aprovação no TCC.

O atual Coordenador de TCC é o professor Marcelo Lisboa Mota que foi escolhido pelo Colegiado do curso no dia 29 de agosto de 2018. 

O regulamento do TCC foi aprovado pelo Colegiado do curso no dia 29 de agosto de 2018. Posteriormente, houve uma atualização do regulamento que foi aprovado pelo Colegiado do curso no dia 07 de março de 2019. 

Segue abaixo o regulamento atualizado: 

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA

Segue abaixo os anexos editáveis:

MODELO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA

FORMULÁRIO DE PARECER SOBRE TCC

 

As Atividades do Núcleo de Estudos Integradores para Enriquecimento Curricular (NEIEC) têm como objetivo complementar e ampliar a formação do futuro educador, proporcionando-lhe a oportunidade de sintonizar-se com a produção acadêmica e científica relevante para sua área de atuação, bem como com as mais diferentes manifestações culturais. Tais ações enriquecem o processo de aprendizagem do futuro professor e sua formação social e cidadã, permitindo, no âmbito do currículo, o aperfeiçoamento profissional ao estimular a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, interdisciplinares, de permanente e contextualizada atualização. Com isso, visa a progressiva autonomia intelectual, para proporcionar condições de articular e mobilizar conhecimentos, habilidades, atitudes, valores, e colocá-los em prática na sua atuação pedagógica.

Na estrutura curricular do curso de licenciatura constam 200 horas destinadas à realização das Atividades do Núcleo de Estudos Integradores para Enriquecimento Curricular (NEIEC), em conformidade com a Resolução CNE/CP, nº2 de 01/06/2015.

O regulamento do NEIEC foi aprovado pelo Colegiado do curso, no dia 11 de abril de 2017, segundo Resolução do Colegiado  n°001 ( documento em pdf 1.19 MB) .  Posteriormente, houve uma atualização do regulamento do NEIC que foi aprovada pelo Colegiado do curso no dia 7 de março de 2019. Seguem abaixo os arquivos editáveis já atualizados de acordo com o novo regulamento e o referido documento: 

 O Coordenador do NEIEC é o professor Me Thiago Tambasco Luiz.

 

O Estágio Curricular Supervisionado é considerado o ato educativo supervisionado envolvendo diferentes atividades desenvolvidas no ambiente educacional, que visa à preparação para o trabalho educativo. Assim, o estágio objetiva o aprendizado de vivências próprias do educador matemático e a contextualização curricular, com foco no desenvolvimento de práticas educativas para a vida cidadã e para o trabalho. É uma ação pedagógica, obrigatória, de parceria entre o IFSP Câmpus Hortolândia e a escola de Educação Básica, preferencialmente pública, com o intuito de aprimorar a formação do futuro docente. Por esse motivo, ele é pensado como um movimento amplo do estagiário na escola e na comunidade que a cerca. Segundo o Parecer CNE/CP 28/2001, também são importantes nessa etapa de formação o contato com a elaboração do projeto pedagógico, a organização das turmas e os espaços escolares.

Para sistematizar o processo de implantação, oferta e supervisão de estágios curriculares, observamos o Regulamento de Estágio do IFSP, Portaria nº. 1204/IFSP, de 11 de maio de 2011, elaborado em conformidade com a Lei do Estágio (Nº 11.788/2008) e a Resolução nº 2, de 1º de julho de 2015, do CNE, dentre outras legislações.

O estágio se inicia no quinto semestre do curso e será orientado, de forma coletiva ou individual, pelo Professor Orientador de Estágio. Os Professores Orientadores de Estágio são docentes do curso de Licenciatura em Matemática, indicados pelo colegiado e designados pelo diretor-geral do câmpus, mediante portaria, com atribuição de duas aulas para essas orientações a cada grupo de vinte alunos.  Em cada semestre, o estagiário deverá cumprir 100 horas com atividades acordadas com os Professores Orientadores de Estágio.

A primeira metade do estágio é dedicada aos anos finais do Ensino Fundamental, tanto regular quanto EJA. No quinto semestre, o aluno realiza observações referentes ao conhecimento do espaço escolar, documentos da escola,  processos de avaliação, reuniões de pais, reuniões pedagógicas, projetos, aulas e demais atividades inerentes à prática docente. No sexto semestre, as ações são direcionadas para a sala de aula e para a relação professor-aluno, com participações na aula do Professor Supervisor (professor da turma), discussão de planos de aula, planejamento e regência de atividades com essa turma.  A divisão para a segunda metade do estágio se mantém, substituindo os anos finais do Ensino Fundamental por Ensino Médio, tanto regular quanto EJA e profissionalizante.

Entre as várias atividades contabilizadas para o cumprimento das 400 horas do estágio, estão a participação em reuniões pedagógicas, reunião de pais, o estudo dos documentos da escola, o acompanhamento nos processos de avaliações externas, a observação e a regência em sala de aula ou qualquer outra ação previamente acordada.

Com o estágio supervisionado, objetiva-se, portanto, auxiliar na compreensão do papel social da escola e no domínio do conhecimento pedagógico, de acordo com o Parecer CNE/CP 09/2001: 

  • compreender o processo de sociabilidade e de ensino e aprendizagem na escola e nas suas relações com o contexto no qual se inserem as instituições de ensino e atuar sobre ele;
  • utilizar conhecimentos sobre a realidade econômica, cultural, política e social, para compreender o contexto e as relações em que está inserida a prática educativa;
  • participar coletiva e cooperativamente da elaboração, gestão, desenvolvimento e avaliação do projeto educativo e curricular da escola, atuando em diferentes contextos da prática profissional, além da sala de aula;
  • promover uma prática educativa que leve em conta as características dos alunos e de seu meio social, seus temas e necessidades do mundo contemporâneo e os princípios, prioridades e objetivos do projeto educativo e curricular;
  • estabelecer relações de parceria e colaboração com os pais e/ou responsáveis dos alunos, de modo a promover sua participação na comunidade escolar e a comunicação entre eles e a escola;
  • criar, planejar, realizar, gerir e avaliar situações didáticas eficazes para a aprendizagem e para o desenvolvimento dos alunos, utilizando o conhecimento das áreas ou disciplinas a serem ensinadas, das temáticas sociais transversais ao currículo escolar, dos contextos sociais considerados relevantes para a aprendizagem escolar, bem como as especificidades didáticas envolvidas;
  • utilizar modos diferentes e flexíveis de organização do tempo, do espaço e de agrupamento dos alunos, para favorecer e enriquecer seu processo de desenvolvimento e aprendizagem;
  • manejar diferentes estratégias de comunicação dos conteúdos, sabendo eleger as mais adequadas, considerando a diversidade dos alunos, os objetivos das atividades propostas e as características dos próprios conteúdos;
  • identificar, analisar e produzir materiais e recursos para utilização didática, diversificando as possíveis atividades e potencializando seu uso em diferentes situações;
  • gerir a classe, a organização do trabalho, estabelecendo uma relação de autoridade e confiança com os alunos;
  • intervir nas situações educativas com sensibilidade, acolhimento e afirmação responsável de sua autoridade;
    • utilizar estratégias diversificadas de avaliação da aprendizagem e, a partir de seus resultados, formular propostas de intervenção pedagógica, considerando o desenvolvimento de diferentes capacidades dos alunos.

Para garantir o acompanhamento dessas ações, o Professor Orientador tem as seguintes atribuições:

  • divulgar o regulamento do estágio aos estudantes;
  • orientar o preenchimento e submissão de documentos junto à Coordenadoria de Extensão (CEX);
  • orientar e acompanhar o plano de atividades de estágio;
  • visitar os ambientes de estágio, se julgar conveniente;
  • avaliar as atividades desenvolvidas no estágio;
  • verificar e validar as horas computadas como estágio;
  • fomentar as discussões das vivências do estágio individualmente e em reuniões coletivas;
  • dar suporte pedagógico às atividades desenvolvidas no estágio;
  • validar as atividades de estágio por meio de documento específico.

O principal instrumento de avaliação do Estágio Supervisionado é o relatório semestral de estágio entregue ao Orientador de Estágio. Esse é um documento de reflexão, elaborado com base nos referenciais teóricos estudados no curso, nas experiências realizadas nas escolas e discutidas nos momentos de orientação. Fica arquivado na coordenadoria de extensão, sob responsabilidade do Coordenador de Estágio, após validado pelo Professor Orientador  e pelo próprio Coordenador de Estágio.

            Este PPC incorpora, nas ementas das Práticas Docentes, Educação em Direitos Humanos, História da Educação, Educação e Sociedade, História da Ciência e Tecnologia e Educação para a inclusão, temas essenciais aos cursos de licenciatura, tais como a formação de professores capacitados para  EJA, educação profissionalizante,  educação indígena e de estudantes com necessidades educacionais específicas, estimulando essa discussão e a realização de parte das horas de estágio com a atenção voltada a esses grupos.

Os seguintes itens serão levados em conta no que diz respeito à avaliação e à aprovação do período de estágio, conforme Portaria nº 1204, de 11 de maio de 2011:

  • a compatibilidade das atividades desenvolvidas com aquelas previstas no Plano de Atividades de Estágio previamente aprovado;
  • a qualidade e eficácia das atividades realizadas;
  • a capacidade inovadora ou criativa demonstrada pelo estagiário;
  • a capacidade de o estagiário se adaptar socialmente ao ambiente institucional.

O resultado das atividades  do estágio  é registrado no fim de cada período letivo, por meio das expressões “cumpriu” / “aprovado” ou “não cumpriu” / “retido”.

O regulamento do Estágio foi aprovado pelo Colegiado do curso no dia 05 de dezembro de 2018.

O atual professor orientador de estágio é o Ricardo Inácio Batista Júnior

Segue abaixo o regulamento:

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA – IFSP-HTO

Segue abaixo os anexos editáveis:

ANEXO I - Termo de Compromisso do Estágio - ATUALIZADO

ANEXO II - Credenciamento de Estagiário (a)

ANEXO III - Formulário de Aceite do(a) Professor(a) Orientador(a)

ANEXO IV - Carta de Apresentação 

ANEXO V - Plano de Atividades

ANEXO VI - Folha de Estágio

ANEXO VII - Relatório Parcial

ANEXO VIII - Ficha de Avaliação do Estagiário

ANEXO IX - Relatório Final

ANEXO X - Termo de Rescisão

ANEXO XI - Termo de Convênio

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