Sumário

  1. Programa de Bolsas de Ensino
  2. Atividades de Pesquisa                                       
  3. Atividades de Extensão 

 

Programa de Bolsas de Ensino

O programa de bolsa ensino é um benefício destinado ao estudante com matrícula e frequência regular, priorizando-se àqueles com bom rendimento escolar, sem vínculo empregatício,  que por meio de  seleção e assinatura de termo de compromisso, irá executar atividades que complementem sua formação profissional, sob orientação e acompanhamento do coordenador do projeto e Coordenadoria Sociopedagógica. 

O regulamento do programa de bolsas de ensino para alunos do IFSP, estabelece condições para implementação do Programa de
Balsas de Ensino para alunos do lnstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sâo Paulo.

Projeto de Bolsa Ensino 2017

Iniciação Docente de Matemática no Ensino Médio

Resumo: O objetivo do projeto Iniciação Docente de Matemática no Ensino Médio é propiciar ações para que alunos da Licenciatura do Câmpus Hortolândia auxiliem alunos dos cursos técnicos integrados ao Médio.  Nesse sentido, os licenciandos selecionados, terão oportunidade de interagir com alunos dos cursos técnicos integrados ao médio, dando-lhes suporte em seus estudos relacionados à disciplina de Matemática. Especificamente, o projeto propiciará que os alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem em conteúdos de Matemática recebam suporte em seus estudos, de forma que possam recuperar conceitos prévios, sanar suas dúvidas e organizar seus estudos.  Além disso, o projeto oportunizará aos licenciandos selecionados o desenvolvimento de atividades educacionais, produção de materiais didáticos, troca de experiências com o docente responsável, aprofundamento dos conhecimentos, reflexão sobre a prática docente, contribuindo para sua formação integral enquanto futuro professor.

Docente Responsável: Marília Franceschinelli de Souza

Aluno: Simone Amaly Abud Saccomori

Projeto de Bolsa Ensino 2018

Iniciação Docente de Matemática no Ensino Médio

Resumo: O objetivo do projeto Iniciação Docente de Matemática no Ensino Médio é propiciar ações para que alunos da Licenciatura do Câmpus Hortolândia auxiliem alunos dos cursos técnicos integrados ao Médio.  Nesse sentido, os licenciandos selecionados, terão oportunidade de interagir com alunos dos cursos técnicos integrados ao médio, dando-lhes suporte em seus estudos relacionados à disciplina de Matemática. Especificamente, o projeto propiciará que os alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem em conteúdos de Matemática recebam suporte em seus estudos, de forma que possam recuperar conceitos prévios, sanar suas dúvidas e organizar seus estudos.  Além disso, o projeto oportunizará aos licenciandos selecionados o desenvolvimento de atividades educacionais, produção de materiais didáticos, troca de experiências com o docente responsável, aprofundamento dos conhecimentos, reflexão sobre a prática docente, contribuindo para sua formação integral enquanto futuro professor.

Docente Responsável: Marília Franceschinelli de Souza

Estão abertas as inscrições  de 12/03/2018 a 19/03/2018. Confira no edital. 

 

Atividades de Pesquisa 

De acordo com o Inciso VIII do Art. 6 da Lei No 11.892, de 29 de dezembro de 2008, o IFSP possui, dentre suas finalidades, a realização e o estímulo à pesquisa aplicada, à produção cultural, ao empreendedorismo, ao cooperativismo e ao desenvolvimento científico e tecnológico, tendo como princípios norteadores: (i) sintonia com o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI; (ii) o desenvolvimento de projetos de pesquisa que reúnam, preferencialmente, professores e alunos de diferentes níveis de formação e em parceria com instituições públicas ou privadas que tenham interface de aplicação com interesse social; (iii) o atendimento às demandas da sociedade, do mundo do trabalho e da produção, com impactos nos arranjos produtivos locais; e (iv) comprometimento com a inovação tecnológica e a transferência de tecnologia para a sociedade.

No IFSP, essa pesquisa aplicada é desenvolvida por meio de grupos de trabalho nos quais pesquisadores e estudantes se organizam em torno de uma ou mais linhas de investigação. O Câmpus Hortolândia oferece a oportunidade dos alunos  realizarem iniciações científicas em várias áreas do conhecimento, que podem ser aproveitadas no cômputo das horas do NEIEC ou na produção do TCC.  A participação de discentes dos cursos de nível superior nos Programas de Iniciação Científica pode ocorrer com o recebimento de bolsa específica ou voluntariamente.

Os  trabalhos  de  pesquisa  são  realizados  sob  indicação  e  orientação  de professores do curso de Licenciatura em Matemática ou de outros cursos existentes, sendo estes estimulados  a  buscar  financiamento  institucional  ou  junto  a  agências  de  fomento específicas.

Para os docentes, os projetos de pesquisa e inovação institucionais são regulamentados pela Resolução Nº109/2015, de 04 de novembro de 2015, que trata sobre as atribuições de atividades docentes, pela Resolução Nº 42, de 06 de maio de 2014, que trata das atividades de pesquisa, programas, critérios e procedimentos para fomento e pela Resolução Nº41 que trata do Programa Institucional de Incentivo à Participação em Eventos Científicos e Tecnológicos para servidores do IFSP (PIPECT). Para os estudantes, a Resolução Nº 89, de 07 de julho de 2014, trata da concessão de bolsas de pesquisa, desenvolvimento, inovação e intercâmbio, no âmbito do IFSP e a Resolução Nº 97 trata do Programa Institucional de Auxílio à Participação de Discentes em Eventos (PIPDE). A Portaria Nº1.043, de 13 de março de 2015, trata do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica do IFSP (PIBIFSP) e a Portaria Nº1.652, de 04 de maio de 2015, trata do Programa Voluntário de Iniciação Científica e Tecnológica do IFSP (PIVCT).

O Comitê de Ética em Pesquisa (CEP-IFSP) constitui-se como um colegiado interdisciplinar e independente cuja característica principal é defender os interesses dos membros envolvidos com pesquisa a fim de contribuir no seu desenvolvimento, respeitando os padrões éticos descritos pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), órgão diretamente ligado ao Conselho Nacional de Saúde (CNS) com base nas determinações da Resolução CNS 466/12, que visa garantir direitos e deveres que dizem respeito à comunidade científica e aos participantes da pesquisa.

A submissão, avaliação e monitoramento de qualquer projeto de pesquisa científica que envolva seres humanos deve ocorrer por meio da Plataforma Brasil (http://aplicacao.saude.gov.br/plataformabrasil/login.jsf).

Projetos de Iniciação Científica 2017

Softwares de apoio matemático

Resumo: Este projeto consiste na elaboração de um aplicativo para dispositivos móveis que condensa em um aplicativo só uma ferramenta multiuso de matemática que visa ajudar alunos e professores no ensino da disciplina. O intuito principal do aplicativo não é simplesmente realizar os cálculos para o usuário, mas sim servir de ferramenta básica de conferência de contas, mostrando além dos resultados, cada etapa significativa dos cálculos ali abordados. Desta forma, espera-se que usuário possa usar esta ferramenta para identificar se seus cálculos estão corretos e, caso contrário, identificar a etapa em que ocorreu o erro.

Docente Responsável: Carlos Eduardo de Oliveira

Alunos: Laura Betti Monteiro Radicchii, Leonardo Felipe Mendes Lopes, Leonardo Schiarollii, Rafael de Sousa Santos Jacome e Robert Willian Ramos ( curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas)

 

Projetos de Iniciação Científica 2018

O ensino da Matemática nos anos iniciais: um estudo sobre os saberes docentes.

Resumo: Esta pesquisa tem como objetivo analisar os saberes docentes dos professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental ao ensinar o conteúdo de Matemática, mais especificamente as operações com números. Como referencial teórico serão utilizados os conceitos de saberes docentes de Tardif (2002) e Gauthier et al. (2006). Tal referencial ajudará a responder a questão que norteia essa pesquisa, qual seja, como os professores constroem seus saberes docentes ao ensinar a Matemática, principalmente os saberes disciplinares, curriculares e da ação pedagógica, visto que, muitos não tiveram uma formação sólida no que se refere ao ensino da Matemática? Parte-se da hipótese que a maioria dos professores tem como base ao ensinar os conteúdos da Matemática, mais especificamente as operações com números, os saberes da tradição pedagógica, isto é, o de ensinar como aprenderam quando eram alunos. A investigação será realizada mediante a abordagem qualitativa, utilizando como instrumentos de coleta de dados o questionário e a entrevista semi-estruturada. Para a análise e interpretação dos dados será utilizado a análise de conteúdo.

Aluna: Nayanne Cristina da Silva Israel (aluna do 3º semestre do curso de Licenciatura em Matemática)

Docente Responsável: Flávia Roberta Torezin 

Estudo da Criptografia RSA e discussão das potencialidades e possibilidades de atividades voltadas à Educação Básica.

Resumo: O projeto aborda um estudo da criptografia RSA, assim como os métodos de codificar mensagens anteriores a ela, e discute atividades voltadas a Educação Básica com o conteúdo de divisibilidade, funções, matrizes e análise combinatória. Para compreender a criptografia RSA são necessários conhecimentos de Teoria dos Números, por esse motivo a primeira parte do projeto é dedicada ao estudo rigoroso desses tópicos. A segunda parte é voltada para a construção de relações entre os tópicos estudados com os conteúdos da Educação Básica propiciando assim a discussão de ideias de atividades que podem ser desenvolvidas tanto para introduzir quanto fixar conteúdos.

Aluno: Ivan Luis de Lima

Docente Responsável: Kênia Cristina Pereira Silva

O uso da Resolução de Problemas para ensino de criptografia.

Resumo: O projeto aborda um estudo sobre a metodologia da resolução de problemas para o ensino de criptografia na Educação Básica. Trata da criptografia RSA e outras maneiras de codificar mensagens. É iniciado com o estudo de conteúdos de Teoria dos Números com foco na compreensão da criptografia RSA. Discute a resolução de problemas e conecta os assuntos por meio de uma proposta de atividade.

Aluno: Allan Clayton dos Santos 

Docente Responsável: Kênia Cristina Pereira Silva

Atividades de Extensão

A extensão é um processo educativo, cultural e científico que, articulado de forma indissociável ao ensino e à pesquisa, enseja a relação transformadora entre o IFSP e a sociedade. Compreende ações culturais, artísticas, desportivas, científicas e tecnológicas que envolvam as comunidades interna e externa.

As ações de extensão são uma via de mão dupla, por meio da qual a sociedade é beneficiada pela aplicação dos conhecimentos dos docentes, discentes, técnicos-administrativos e toda comunidade acadêmica se retroalimenta, adquirindo novos conhecimentos para a constante avaliação e revigoramento do ensino e da pesquisa.

Deve-se considerar, portanto, a inclusão social e a promoção do desenvolvimento regional sustentável como tarefas centrais a serem cumpridas, atentando para a diversidade cultural e defesa do meio ambiente, promovendo a interação do saber acadêmico e o popular.

A natureza das ações de extensão favorece o desenvolvimento de atividades que envolvam a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, conforme exigência da Resolução CNE/CP nº 01/2004, da Educação Ambiental, cuja obrigatoriedade está prevista na Lei 9.795/1999 e Educação em Direitos Humanos Resolução CNE/CP nº1, de 30 de maio de 2012 e Parecer CNE/CP nº. 8 de 06 de março de 2012.

O Câmpus Hortolândia prevê atividades de extensão a serem realizadas pelos estudantes, que podem ser aproveitadas no cômputo de atividades para o NEIEC, tais como: eventos, palestras, cursos, projetos, encontros, visitas técnicas, entre outros.

Documentos Institucionais:

a) Portaria nº 2968, de 24 de agosto de 2015: regula as ações de extensão;

b) Portaria nº 2.095, de 2 de agosto de 2011: regulamenta o processo de implantação, oferta e supervisão de visitas técnicas no IFSP;

c) Resolução nº 568, de 05 de abril de 2012: cria o Programa de Bolsas destinadas aos Discentes;

d) Portaria nº 3639, de 25 julho de 2013: aprova o regulamento de Bolsas de Extensão para discentes.

Projeto de Extensão - NEABI em Ação (2017)

Educação Escolar Indígena

Resumo: O projeto de extensão Educação Escolar Indígena no Brasil pretende possibilitar a difusão entre os alunos de Licenciatura em Matemática do IFSP - Câmpus Hortolândia de um maior entendimento sobre como se dá a educação escolar indígena no Brasil e poderá contribuir para a formação de professores e pesquisadores com uma visão menos etnocêntrica e mais atenta à diversidade cultural, ou seja, de profissionais capazes de fortalecer práticas de combate ao preconceito e à discriminação e de auxiliar no processo de autonomia das comunidades indígenas. O(A) aluno(a) bolsista contribuirá ativamente com os seus conhecimentos por ser coautor do processo.

Docentes Responsáveis: Graziela Rocha Reghini Ramos e Flávia Roberta Torezin 

Aluna: Mirella de Almeida Vilas Boas 

Cursos de Extensão

Primeiro Semestre de 2017

Resolução de Problemas Matemáticos (ENEM): Trabalhar diversos problemas matemáticos, de caráter interpretativo, como os presentes em provas de vestibulares e olimpíadas de matemática sempre com o objetivo de trazer ao aluno, o quanto antes, a perspectiva de resolver problemas matemáticos através do pensar, com a leitura crítica e interpretativa de situações problemas mais elaborados. Desta forma, o curso espera desenvolver nos alunos a capacidade de leitura crítica matemática em detrimento de apenas saber e aplicar fórmulas.

Docente Responsável:  Thiago Tambasco Luiz

Resolução de Problemas Matemáticos (Reforço): Trabalhar diversos problemas matemáticos, de caráter interpretativo, como os presentes em provas de vestibulares e livros didáticos, com o objetivo de fornecer ao aluno as ferramentas básicas para sua resolução e interpretação. Desta forma, o curso fornecer aos nos alunos todo conteúdo algébrico e aritmético básicos necessários para a leitura crítica matemática.

Docente Responsável: Carlos Eduardo de Oliveira

Segundo Semestre de 2017

Resolução de Problemas Matemáticos (ENEM): Trabalhar diversos problemas matemáticos, de caráter interpretativo, como os presentes em provas de vestibulares e olimpíadas de matemática sempre com o objetivo de trazer ao aluno, o quanto antes, a perspectiva de resolver problemas matemáticos através do pensar, com a leitura crítica e interpretativa de situações problemas mais elaborados. Desta forma, o curso espera desenvolver nos alunos a capacidade de leitura crítica matemática em detrimento de apenas saber e aplicar fórmulas.

Docente Responsável: Thiago Tambasco Luiz

Resolução de Problemas Matemáticos (Reforço): Trabalhar diversos problemas matemáticos, de caráter interpretativo, como os presentes em provas de vestibulares e livros didáticos, com o objetivo de fornecer ao aluno as ferramentas básicas para sua resolução e interpretação. Desta forma, o curso fornecer aos nos alunos todo conteúdo algébrico e aritmético básicos necessários para a leitura crítica matemática.

Docente Responsável: Carlos Eduardo de Oliveira

Matemática para concursos públicos: Sabe-se que a concorrência para a inserção no mercado de trabalho, muitas vezes, exige habilidades e conhecimentos envolvidos no ensino da Matemática. Por essa razão, a presente proposta busca oferecer aos participantes do curso, ferramentas que lhe possibilitem desenvolver habilidades no processos de aprendizagem da Matemática Básica. Nesse sentido, espera-se que o curso 'Matemática para concursos públicos' fomente a preparação dos participantes para a realização de concursos públicos que exigem esse nível de conhecimento da Matemática. 

Docente Responsável: Carlos Eduardo de Oliveira